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MAIS AVANÇADO QUE O PIX, NOVA FORMA DE PAGAMENTO DO BANCO DO BRASIL PROMETE REVOLUCIONAR A COMPRA DIGITAL

✍️ Por Edelson Freitas 📅 Publicado em 13/04/2026 17:00 👁️ 118 visualizações ⏱️ 2 min de leitura
MAIS AVANÇADO QUE O PIX, NOVA FORMA DE PAGAMENTO DO BANCO DO BRASIL PROMETE REVOLUCIONAR A COMPRA DIGITAL

A primeira compra realizada por um agente de inteligência artificial no Brasil já ocorreu e abre caminho para uma mudança profunda no sistema de pagamentos. A operação, feita em parceria entre a Visa e o Banco do Brasil, permite que uma IA finalize uma compra sem intervenção humana.

Na prática, o consumidor define regras e autoriza o sistema a agir. Foi o que aconteceu no teste. Um usuário pediu que o agente encontrasse uma passagem aérea por menos de R$ 300. A IA fez a busca, escolheu a oferta e concluiu o pagamento com cartão de crédito de forma automática.

Nova lógica de consumo digital

O modelo, chamado de “comércio agêntico”, muda a lógica atual do consumo digital. Em vez de o usuário clicar, comparar e pagar, a decisão final passa a ser executada por um algoritmo.

Esse movimento pode impactar diretamente o protagonismo do Pix. Hoje central no sistema brasileiro, o método depende de ação manual do usuário. No novo cenário, sistemas automatizados tendem a priorizar meios integrados e contínuos, como cartões tokenizados e plataformas conectadas.

A tecnologia usada na operação substitui os dados reais do cartão por códigos digitais e monitora a transação em tempo real, reduzindo risco de fraude e permitindo que a compra seja feita sem interação humana no momento final.

Especialistas apontam que essa é apenas a primeira etapa. A expectativa é que, em poucos anos, grande parte das transações seja realizada por agentes de IA, e não mais diretamente por pessoas.

A mudança também abre uma nova frente de debate regulatório. Quando a compra é feita por uma máquina, surgem dúvidas sobre responsabilidade, arrependimento e até sobre quem é o consumidor na transação.

Além disso, o impacto pode atingir o varejo e a lógica de preços. Sistemas automatizados tendem a comparar milhares de ofertas em segundos, alterando a forma como empresas competem por consumidores.

O teste ainda foi feito em ambiente controlado, mas já indica uma transição em curso. Com empresas e bancos se preparando para esse novo modelo, o comércio digital entra em uma fase em que a decisão de compra deixa de ser exclusivamente humana — e passa a ser programada. (Raony Salvador)

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