O outono começou nesta quinta, 20 de março, às 6h01 e se prolonga até às 23h42 do dia 20 de junho, pelo horário de Brasília.
A estação marca a transição do período úmido para a época de seca, característica do inverno, na maioria das áreas do Brasil. Isso significa uma grande redução na frequência e no volume de precipitações mensais.
O aumento do predomínio de sistemas de Alta pressão atmosférica sobre o interior do Brasil é um dos principais motivos para a redução do volume de precipitação e também dos níveis de umidade no ar no centro-sul do país.
A temperatura tem um declínio natural no centro-sul do país devido à diminuição das horas de insolação e também da passagem de massas de ar frio de origem polar que, ao longo do outono, tendem a ser mais fortes e amplas sobre o Brasil.
Vale lembrar que a atmosfera não esfria de uma semana para outra. O começo do outono ainda pode ser bem quente, pois carrega o calor armazenado do verão.
Para a costa leste do Nordeste, o outono marca o período mais chuvoso do ano. Episódios de chuva forte e volumosa são muito comuns nas capitais: Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa e Natal.
A faixa norte do Nordeste, entre o litoral do Maranhão e o Rio Grande do Norte, o começo do outono ainda é época de chuva frequente e volumosa. Mas a tendência é de diminuição do volume de precipitação no fim da estação.
Para a maioria das áreas do Nordeste, a previsão é de que chova dentro da normalidade para estação. Deve chover mais do que o normal apenas no litoral e no norte do Maranhão e também no litoral do Piauí.
Para a maioria das áreas do Nordeste, a previsão é de que a temperatura fique dentro a um pouco acima da média. O oeste da Bahia deve ter temperaturas acima da média neste outono. (Josélia Pegorim)
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