Após a pesquisa do Ipec (ex-Ibope) da noite de sábado, dia 1º, véspera da eleição, apontando sua derrota por 11 pontos, Rogério Marinho (PL-RN) varou a madrugada ligando a apoiadores em mais de 60 municípios, até quase o amanhecer, tentando mantê-los motivados. Horas depois, a pesquisa seria desmoralizada pelos votos: ele foi eleito senador… com 11 pontos à frente. O “erro” suspeitíssimo do Ipec de 22 pontos explica a determinação da Câmara de punir e banir pesquisas mentirosas.
Vítima de pesquisas que exageraram no “erro”, o senador eleito Rogério Marinho desconfia de duas hipóteses: fraude ou incompetência.
O caso de Rogério Marinho indicia um escândalo, mas não é único. Na Câmara, suspeita-se até de venda de resultados pelos pesquiseiros.
Em SP, o “consócio” (Datafolha, Ipec, Quaest etc) também errou feio, apontando folgada vitória para o PT. Deu o contrário, como no RN.
Iniciativas contra pesquisas mentirosas têm agora em Rogério Marinho um aliado eleito com 708,3 mil votos potiguares, 41,8% do total. (Cláudio Humberto)
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